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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Prostituta

 


Eu era sua prostituta. A prostituta mais infame de todas, porque eu nunca recebi um real por lhe dar prazer. Eu sequer tenho o direito de dizer que eu era uma prostituta, sob o risco de ofender à categoria. Entretanto, era exatamente assim que eu me sentia.


Meu corpo estava à sua disposição. Você podia usufruir dele a qualquer hora do dia ou da noite. Você podia, se assim quisesse, furtar-me do sono dos anjos e arrastar-me para a sua cama, ao soar as doze badaladas da meia-noite. Você sequer se importava se eu sentia prazer com o que fazíamos. Bastava que você gozasse e estava tudo certo. Você podia me beijar, me morder, me chupar; enfiar o seu pau onde bem entendesse em mim. Meu corpo estava à sua disposição mesmo.


A verdade verdadeira (e indesejável) é que só as suas necessidades fisiológicas importavam. Quantas vezes eu não te liguei, para falar da minha saudade e do meu tesão, mas só nos encontrávamos quando você estava faminto? É, só a sua fome importava mesmo. Eu que desse um jeito ― qualquer que fosse ― de me manter úmida enquanto você não me procurasse.


 Eu era uma prostituta mesmo. E eu sequer sabia rosnar; sequer sabia dizer que não estava bom para mim, que me machucava. Na verdade, eu era muito pior do que uma prostituta: eu estava cega e surda de paixão e tentava convencer a mim mesma de que as migalhas que você me dava eram o bastante para alimentar-me.


Eu devia ter rosnado; ter gritado; ter te arranhado, se fosse o caso! Mas eu não deveria ter aceitado servi-lo com tamanha devoção. Sim, eu o servia. Eu era uma lobinha inexperiente e ingênua e não vi que nosso relacionamento estava muito longe de ser uma parceria. Eu era sua prostituta e só. Eu o amei? Amei. E, exatamente por isso, fui mais prostituta do que uma prostituta de fato. Porém, só agora abri os olhos para minha leseira.


Só desejo uma coisa: que meus olhos permaneçam abertos, quando o próximo amor chegar.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Despedida dos Sóis




      Ela chegou às dezessete horas de um fim de tarde nublado e apático. Chamou pelo parceiro, mas aparentemente ele não havia chegado ainda. Dirigiu-se à cozinha a fim de fazer um lanche e deparou-se com um bilhete amarelo na porta da geladeira. Sua tez adquiriu a mesma tonalidade ao ler seus dizeres:

Cansei de fazê-la feliz e você
não fazer o mesmo por mim.
Adeus!

      Ela releu o bilhete várias vezes. Não podia crer. Ela lhe dava atenção... Bem, nos últimos meses andara bastante ocupada. Mas ela lhe dera presentes caros. O problema era dele se não gostara de nenhum. E agora deixara aquele bilhete ali...
      Foi um adeus seco. Sem romantismo nem drama; sem promessas de mudança ou juras de amor; sem gritos ou lágrimas; tampouco o sexo depois da reconciliação. E ela também secou com a despedida dos sóis. Secou de tanto chorar.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Quando o Frio Vem Aquecer

         A visita que não veio ligou. Um telefonema... Como direi? Aquele que a gente sempre deseja receber numa noite fria. Disse meia dúzia de palavras, ou talvez três quartos de dúzia, e comunicou: “Pedi para a saudade lhe fazer companhia enquanto não chego”. Certo. Olhei em derredor e contemplei o apartamento vazio de mim e tão sufocado de quinquilharias. A linha foi cortada de súbito. A saudade segurava o fio do telefone.
         Minha vontade era um chocolate quente, um riso depois de ter sido estabanada e um beijo para conter o riso. Sorrir com os olhos para ouvi-lo dizer: “Que olhinho lindo!”. Feliz eu fico. Encabulada também. Mas a felicidade, creio eu, seja maior que a timidez.
         A saudade veio se oferecendo para esquentar o chocolate. Como queira. Eu, para aquecer-me, fui ao quarto pegar um edredom e um livro. Aquele mesmo que você tirou de minhas mãos naquela outra noite sedenta de nós. Sorri, divertida e ouriçada com a lembrança.
         A chuva precipitou-se sobre o asfalto. Percebi pela névoa cinza que entrou úmida pela janela. Um vento frio veio aquecer-se, ousado, abraçando-me como você. O chocolate quente alcançou minhas mãos em seguida e eu beijei a caneca, ávida. Sorvia a ti naquele líquido meio-amargo.
         O telefone tocou. Você, do lado de lá, trovejava a vontade de me ver também. Do lado de cá, eu relampejava. A umidade do ar a tornar-nos mais sedentos a cada palavra gemida junto ao fone.
         Minha orelha ficou quente. E o namoro por telefone foi muito além de uma mera cartilagem aquecida. Ficamos um tempo sem tempo a contar naquele mundo paralelo, lugar só nosso; coautores que somos de carícias intrínsecas que não sabem onde começa o distante.

Vinte e Nove de Janeiro de 2012

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Devaneios de Tempos Não Vindos


         Sou tua. Por inteiro. Sem meios. Meus pensamentos são teus. E eles te trazem para o presente, mesmo quando tentam criar o futuro ou relembram o amor que fizemos na sexta passada. Meus sentimentos e textos também são teus. Na verdade, deixaram de ser meus quando reclamaram por ti.
         Teus beijos são uma covardia. Beija. Beija minha ânsia por teus beijos. Vem, (des)beija essa vontade louca de te beijar. Esquece o horário que marcamos ontem. Esses tempos não vindos já cancelaram a viagem. Pega um pano, enxuga a chuva que não caiu e agora corre em rio. Toca o que era para ter sido tocado ontem. Não. Desculpe-me a pressa. Toque o hoje, a pele que vibra e se ouriça com o agora.
         O presente chegou pela brecha da porta. Pegou os amantes em flagrante delito. Estávamos nus. Nus de desculpas e justificativas. Mostre os pulsos, permita-se prender. Envolva-se pelo calor que nos cerca. Limite-se, sem pressa, ao espaço de nosso enrosco. Deixe-me tatear tuas diferentes texturas. Os dedos também respiram. E te absorvem.
         Comparsa, parceiro, mente brilhante. Seja diferentes amores para mim. Forjemos este crime de tal maneira que cada qual permaneça com sua culpa. Só a sua. Sem excessos nem sobras. Cada um tem a culpa que merece e procura.
         Sejamos, então, punidos igualmente por amarmo-nos tanto. Pena máxima: mais amor.

Vinte e Nove de Novembro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Etéreo



         Deitada sobre seu tórax, sinto o ar inflar-te. Ouço tua voz de perto. As almas trocam experiências a menos de meio metro. Não sei bem o que elas cochicham em paralelo. Seus gritos são tão mudos que chegam a ser ensurdecedores. Você consegue ouvir? Tudo fala em derredor. Até o silêncio! Este é o que mais fala. Até o gás carbônico que nossos corpos rejeitam.

         Eu não me sinto num resto de nuvem. Eu sou a nuvem. Uma nuvem pesada sobre um conjunto de ossos. A chuva virá. Uma chuva abstrata ao invés de líquida. Mas que umedece minha alma.
         Surrealismo não vejo aqui. Mas vislumbro algo que não consigo racionalizar. Que dirá transformar em prosa poética. São sacos e mais sacos de sentimentos e sensações que passam por minha percepção e me causam algum torpor e euforia ao mesmo tempo. E passam tão rápido que não consigo identificá-los nem nomeá-los.
         Também ando distraída. E essas coisas estranhas não vão embora. Elas ficam em mim. E, mesmo com tempo, não consigo encontrar uma definição para elas. Quando eu as experimento (na hora e nas lembranças), parece que tomo algum líquido por demais homogêneo, do qual não consigo distinguir nenhuma substância.
         Isso é intrigante. Não é ruim. Só intrigante. Queria poder racionalizar para você ter uma vaga noção do que se passa em mim. Mas nem eu tenho essa ideia pouco nítida. São coisas que acontecem - e eu sei que acontecem - porém às vezes nem eu mesma vejo acontecer. Apenas fico com o registro inconsciente do sentimento que passou.
         Não adianta. Estou perdendo meu tempo. Não vou conseguir traduzir em palavras o que nem o sentimento distingue. Mas você entendeu que sinto algo muito bom quando estou contigo, não é mesmo? Isso já valeu todo o esforço de tentar racionalizar o etéreo.

Quatro de Outubro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Maturação


          Eu acreditei que o amor era aquelas minhas utopias que beiravam o absurdo. Deveria ter acreditado menos. Mas era inocente em demasia. Muito floreio eu fazia. Uma poesia de cores que a natureza nunca pensou em criar. Agora parece que o véu da ilusão está sendo levado pelo vento. Vá. Não vou correr atrás.
         O amor está se mostrando mais próximo do possível. Ele não tem mais o céu cor-de-rosa ou a grama azul. Ele tem cor de pele e cheira a suor. Não é onírico, é real. Natural.
         A graça dos diálogos é discordar. Não o tempo todo. É dizer o que pensa e sente. Sempre. Mas sinceridade – não é grosseria. Uma voz doce, porém segura dos absurdos que defende, é mais convincente. De que outro modo poderia fazê-lo acreditar nos meus projetos mirabolantes?
         Eu não preciso agradá-lo o tempo todo. Nem devo. Meus desejos estão expostos sobre a mesa. Não coloque seus pezinhos nem derrame café sobre eles. Respeite-os. Como respeito os seus espalhados pela casa.
         Nenhum pássaro pode voar com uma asa só. Diga quando eu me comportar mal, mas saiba reconhecer quando eu lhe fizer um agrado. Ninguém gosta de ser apontado só pelos erros. Mas também não mime demais. Você ouviu bem as letras que seus olhos acabaram de ler. Quem só recebe elogios acha que não tem mais o que conquistar na relação.
         Eu tenho todo o tempo do mundo pra você. Não. Minha vida já estava pronta quando chegou. Vou encaixá-lo. Minto. Você terá que se encaixar nela. Minhas horas não serão todas suas. Talvez meus pensamentos. Mas, enquanto isso, estarei ocupada com a vida própria que tenho além da nossa relação. Afinal, se não fizermos nada sozinhos, como teremos alguma novidade para contar? E isso não tem nada a ver com infidelidade. Isso é respeitar a liberdade do outro em viver uma vida que ele já tinha antes de te conhecer. Infidelidade, ao contrário, é falta de respeito.
         Se eu te amo, não vou exigir que me provenha tudo. Quero dividir. Não estou falando de dinheiro. Estou falando de tudo: carinho, atenção, sexo, amizade. Quero ter também. Quero me sentir plena com você do meu lado e quando estiver na casa dos seus amigos namorando a televisão. Afinal, minha vida não para se você não estiver aqui segurando minha mão. Nunca parará.  Mesmo que você decida ir embora um dia.

Vinte e Sete de Setembro de 2011

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Jeito Certo

Queria te tocar.
Existe um jeito certo pra isso?
Mais romântico? Mais firme?

Qual o percurso dos dedos?
Mais hesitante? Mais ousado?
Existe um jeito certo de tocar?

Um padrão rígido a ser seguido?
Quero acreditar que não.
Que o único jeito é o que eu gosto.
E o grande desafio é descobrir o seu gosto.

Que tipo de toque ambos gostam:
Um de dar e o outro de receber?
Este é o jeito certo de tocar.
Então, permita-se descobri-lo.

sábado, 16 de julho de 2011

Toque Desengonçado

Quero respirar teu cheiro
Alimentar-me de teu beijo
Proteger-me em teu abraço.
Preciso sentir-me segura em seu mundo
Para poder explorá-lo
E deixar de lado minha falta de jeito.
Antes, minhas mãos parecem
Que a tocar não aprenderam
E a boca é como se nunca antes
Houvesse beijado.
Não sei ao certo como pisar no tapete
Quanto mais abrir a porta.
Mas se você tiver um pouco de paciência
E relevar meus toques desengonçados,
Talvez eu consiga materializar
Todos os pensamentos que tive até hoje
E os desejos que reprimi
Por medo de parecer boba e desajeitada.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Abra-se: Permita-se Conhecer e Encantar-se


         Hoje é um ótimo dia para declarar amor. Motivo não há para esperar o amanhã. O futuro é incerto. Amanhã alguém pode já ter conquistado o seu objeto de afeição. Não se iluda com o ditado. Quem só espera nunca alcança. A vida requer atitudes, muito embora algumas pausas no caminho possam configurar como sabedoria. Mas a acomodação de modo algum pode ser confundida com esperança (eu espero pelo dia que o amor vai cair do céu).
         Existem muitos corações solitários. Eles só esperam que um amor despido de medo se declare para se entregarem. Trata-se de corações deveras maltratados por paixões inescrupulosas que não estão dispostos a esperar até você encher-se de coragem. Eles nem desconfiam da existência deste amor que lhe causa alguma espécie de taquicardia leve. E são muitas as feridas e hematomas que eles carregam encobertos por um olhar de esperança vívida. Então, se alguém chega lhes prometendo amor sincero, eles logo aceitam, ansiando pela cura. Não raro eles quebram a cara, têm o coração esmigalhado, mas se não tomarem o remédio, jamais saberão que é amargo e pior: que não possui efeito curativo. Eles se propõem a ser cobaias em relacionamentos deturpados almejando não saírem pior do que entraram. O que não acontece.
         Portanto, declare-se. O risco de receber um sonoro “não” é real. E alguns ainda não aprenderam a lidar com negativas, comportamento que vem se arrastando desde a tenra infância. Já está na hora de crescer. Amadurecer. Portanto, abra-se e despeça-se do medo.
         Caso o coração escolhido não se mostre aberto ao seu amor, não desanime. Mas se você estiver do outro lado e alguém lhe ofertar seu afeto, não seja tolo em recusar, caso seu coração esteja livre. Na vida real, nem sempre o amor brota ao mesmo tempo em dois corações. Às vezes, o amor encontra um coração mais ansioso que se entrega mais rápido enquanto no outro não brota nada no princípio (às vezes até brota), mas a prudência (muitas vezes puro medo) diz para não se entregar a estranhos e o sentimento é podado diariamente para não crescer além do que pode ser controlado. Mas a paixão pode ser alimentada e a afeição, por conseguinte, desenvolvida. O medo tão-somente precisa ser dissipado para que as almas se permitam conhecer e se encantar.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Amor Realista

Um romântico dificilmente deixa de ser romântico com o escoar do tempo. Todavia, a experiência (não confunda com idade) atenua seus delírios utópicos. Afinal, o romântico nada é além de um sonhador que almeja um relacionamento o mais perfeito possível. E a experiência mostra como as coisas acontecem nesta dura realidade. 
Você dificilmente vai ouvir um "eu te amo" num passeio de barco numa manhã ensolarada, mas provavelmente quando seu corpo estiver cansado à noite e seus olhos insistindo em se fecharem. É claro que nós, românticos, relutamos contra esta ideia. Queremos algo especial (lê-se mágico).
Não obstante todo o seu romantismo, você se apaixona por um realista. Aquele que quer dizer que te ama quando você está querendo dormir, que mela seu nariz de sorvete quando você teve todo aquele trabalho para se maquiar, que te coloca de cabeça pra baixo nos ombros dele, que te joga no lago mesmo você declarando aos quatro ventos que fez chapinha e implorando pra ele não fazer isso, que morde seu nariz, de levinho, mas morde, que não atende todas as suas ligações e passa dias sem dar notícias, que ri quando seu salto quebra ou você tropeça. Ele não é o homem que você almejou: cavalheiresco e amável todo o tempo. Mas você gosta de estar ao lado dele e sente profundamente sua ausência.
Você tenta ser realista para entender o mundo dele. Só que seu romantismo é muito forte e você sucumbe. Talvez a máxima "os opostos se atraem" esteja certa. Você só tem certeza que ele tem o que lhe falta e vice-versa. Talvez enfim você tenha encontrado a sua outra metade. Quem sabe. Eu, como uma boa romântica, desejo que sim. Boa sorte.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dilema


Eu amo fulano,
Mas não sei se ele me ama.
Beltrano me chamou para sair.
Eu fui.
Ele gostou do meu beijo.
Encontramo-nos de novo.
Ele sugeriu um namoro.
E agora?
Eu amo o outro. Não ele.
Estarei traindo meus sentimentos
Se aceitar a proposta?
Estarei sendo besta
Se ficar esperando pelo talvez de fulano?
Eu quero exterminar a solidão.
Mas não quero matar este sentimento.
Por que não posso amar beltrano
Já que ele me ama também?
Ai, coração! Decide logo!
Caso contrário,
Beltrano e eu cansaremos de esperar!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Perguntas Para Nunca se Fazer

         1. Você me acha bonita? (Lógico! Se ele não a considerasse bonita aos seus olhos, já teria procurado uma que fosse.)
         2. Você acha que eu deveria me arrumar mais? (O homem que não gostar de uma mulher vaidosa levante a mão! É, não vejo nenhuma destra levantada.)
         3. Você acha fulana bonita? (Se ele nunca tiver visto a bendita, ou pelo menos não tiver se detido em suas feições, ele vai passar a observá-la só por causa do que você disse.)
         4. Por que você me escolheu? (Antes de tudo conheça-se, assim você terá uma ideia do que pode tê-lo atraído.)
         5. Você se arrepende de ter me escolhido? (Bom, se ele tivesse se arrependido, já teria caído fora, não acha?)
         6. Você me ama tanto quanto amou fulana (alguma ex)? (Primeiro, quero dizer que cada amor é diferente, pois é nutrido por pessoas diferentes. Segundo, pra quê lembrá-lo esse amor do passado?)
         7. Você gostaria que eu fosse como ela? (Minha santa, você quer mesmo abdicar de sua individualidade? Pare pra pensar um pouco: se ele quisesse alguém como ela, ainda estaria com a dita, não concorda?)
         8. Você acha que eu ligo (manda torpedos, e-mails, etc.) demais? (Nem perca seu tempo perguntando, porque todos eles vão dizer que sim, a menos que você seja como uma conhecida minha que nunca dá atenção para o namorado.)
         9. Você acha que eu sou muito complicada? (É de lei: todos os homens nascem e crescem achando que as mulheres são muito complicadas.)
         10. Você acha que nossa relação tem futuro? (Se você fizer essa pergunta a um homem, ele vai entender o seguinte: “Você acha que a gente vai casar?”. Então, se você não quiser pôr em risco a sobrevivência do relacionamento, é melhor não perguntar. E outra: ninguém detém o futuro nas mãos, só possuímos o presente.)

         Estas são algumas das “n” perguntas que as mulheres não devem fazer, principalmente no começo do relacionamento, e algumas também podem ser traduzidas para o gênero masculino, mas as respostas podem mudar um pouco. Risos.