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sábado, 4 de fevereiro de 2012

As Três Rosas

Este texto é totalmente fictício e de autoria minha, qualquer semelhança com lendas reais é mera coincidência. Espero que gostem. Kissus!



         Reza uma lenda antiqüíssima e longínqua, de um lugar sem nome nem espaço, que o tempo converteu-se em três rosas.
         A primeira rosa nasceu seca. Era o passado. Nada nela poderia ser mudado ou revivido. E o homem foi aconselhado a pô-la em um saquinho plástico e guardá-la dentro de um livro estimado.
         A segunda rosa veio macia e perfumada. Suas pétalas curvavam-se delicadamente, encantando os olhos. Era o presente. O homem, embevecido, foi orientado a deixá-la sempre ao alcance dos olhos e das mãos para lembrar-se de que ela era uma dádiva a ser preservada. Enquanto ele a alimentasse de vida, poderia contemplar sua beleza e inebriar-se com seu perfume.
         A terceira rosa era feita de material etéreo, como um sonho. O homem podia vislumbrá-la em seu coração, mas ela lhe era intangível. Esta rosa o homem foi amorosamente aconselhado a deixar com o Universo. Triste, ele não soube disfarçar sua resistência àquela ideia. Então o Amor veio acolhê-lo com estas palavras: “Constrói teu presente e estarás edificando teu futuro. Este será o resultado do primeiro. Portanto, se queres saber como será teu futuro, observa teu presente. No mais, serena teu espírito e cuidas da rosa viva que te foi confiada”.
         Então o homem voltou para casa com a rosa do passado e a do presente.  Prometeu-se – ainda que sem muita firmeza – que esqueceria a terceira rosa. Repetia-se em balbucios que, se cuidasse do presente, o Universo zelaria pelo futuro. E assim se fez.

Três de Fevereiro de 2012

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Ano se Vai feliz

Despeço-me de 2011 feliz, pois sei que aproveitei bem o ano. Tive alguns escorregões, algumas recaídas, sucumbi à autossabotagem várias vezes, mas tenho certeza que 2011 foi realmente um ano novo pra mim. Li livros que me fizeram mudar a maneira como me enxergava, conheci pessoas que me incitaram a mudança no pensar, descobri a poesia da mente, do corpo e do coração, e isso se refletiu em meus trabalhos. Foi um ano de metamorfoses ambulantes. E como foi! Adentrei florestas e saí de tocas; chorei rios e vi dias ensolarados de autoconhecimento.
Por isso, para 2012, não peço nada extravagante. Peço um olhar diferente, uma visão mais cheia de amor e gratidão. Quero simplesmente criticar e julgar menos. Libertar a luz que existe dentro de mim para ver a luz que habita o outro.
Então, que em 2012, sejamos mais luz, a luz do amor e da gratidão!
Plenitude para toda a humanidade em nós!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Sinto Muito, Noel


Começo este texto sem palavras na boca. Ou talvez seja o excesso delas que me furta a inspiração.
Este foi um ano sem precedentes (pelo menos que me salte à memória). Eu não vejo, sinceramente, o que pedir a Papai Noel. Talvez um pen drive de 8GB (risos!). Mas se o objeto não vier, tenho algo mais consistente: o amor. Este sentimento veio em plenitude este ano, soprado por corações de amigos, tanto novos quanto imemoriais, e por um coração especial que muito me ajuda a crescer. Assim sendo, sinto muito, Noel, mas não tenho o que lhe pedir neste Natal. Traga a guitarra que minha sobrinha quer. Talvez seja melhor não. A menos que traga um headfone pra mim (risos!).
Quero agradecer a todos que fizeram parte da minha vida em 2011 e compartilharam momentos importantes da minha vida comigo. E das suas vidas também. E agradeço ao Universo por tudo que ri, chorei, descobri, redescobri, aprendi e amadureci neste ano. Posso dizer que foi um ano de reencontros comigo mesma. E a única coisa que posso pedir para o ano de 2012 é que eu me encontre ainda mais e que estes amigos e os que ainda se escondem no porvir possam compartilhar mais um ano pleno comigo!
Obrigada a todos!
Feliz Natal e um Ano Novo de Plenitude!
Abraço!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Flamboyants e Sopa de Estrelinhas

Oi, gente. Essa é uma homenagem singelíssima ao grande Rubem Alves. Hoje, 15/09, ele está completando 78 anos. Espero que gostem. Kissus!



Flamboyants e Sopa de Estrelinhas



         Não sei bem o que escrever. Como fazer uma poesia para quem não se sente poeta (e o é com maestria), bem diferente de mim? Flamboyants, ajudem-me. Tenho aqui lápis e papel. O que me podem dizer sobre este filósofo?
         Os escritores deveriam ser sérios, assim como os psiquiatras. Mas talvez eu não seja escritora. Amo as letras simplesmente e gosto de brincar com elas, assim como o Rubem Alves com seus peões giratórios e sua sopa de estrelinhas.
         É verdade: tenho um fascínio por escritores mineiros. Não sei bem o porquê. Talvez seja por seu linguajar simples ou a alma infante que carregam e espalham. O Rubem Alves tem olhos poéticos diante da vida e isso transborda em suas letras e escorre pelo papel, caindo bem no centro de nossos olhos.
         Todavia, o que é a vida? O grande filósofo-poeta-psicanalista disse: “Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria.” Mas e esta alegria? Ela é oriunda de onde? Acredito piamente que nossa criança interior é a guardiã soberana de nossas reservas de contentamento. Que tal tirar fotos dos flamboyants numa manhã de sol, ou ainda brincar de peão ou tomar sopa de estrelinhas? Parece bobo um adulto fazendo essas coisas, mas existe coisa melhor que ignorar a rigidez da maturidade e rir de si ou consigo mesmo? Isso é ser criança e não precisa renegar seus cabelos brancos para manter sua chama viva.
         As crianças são sábias e quem conserva sua alma infante, conserva também o encanto pela vida, o prazer de viver. Não existe nada que me deixe mais deslumbrada com a vida do que contemplar uma nimbus (aquelas nuvens fofinhas que mais parecem pedaços de algodão) ou ver o chão repleto de flores de alguma cerejeira, de algum ipê roxo ou mesmo de um jambeiro, ou quem sabe observar os galhos retorcidos de um flamboyant.
         Certa feita, Rubem Alves lançou a proposta de que vivêssemos como se tivéssemos só mais um ano de vida. Embora algumas pessoas tenham achado mórbido, reconheçamos que muitas vezes precisamos de um prazo determinado para vivenciar algo em sua plenitude. Assim como só entregamos um trabalho mediante um prazo. “Quem acha que vai viver muito tempo fica deixando tudo para depois.”
         Entretanto...
         “As flores dos flamboyants, dentro de poucos dias, terão caído. Assim é a vida. É preciso viver enquanto a chama do amor está queimando [...] As palavras que devem ser ditas, devem ser ditas agora. Os atos que devem ser feitos, devem ser feitos agora.

Nove de Setembro de 2011

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Um Velho Apaixonado

Esta é uma pequena homenagem minha a um de meus ídolos e um dos maiores poetas brasileiros já nascidos: Carlos Drummond de Andrade. Hoje (17/08/11) faz vinte e quatro anos que ele faleceu e eu não podia deixar essa data passar em branco. Espero que gostem. Kissus =)



       "O amor bate na porta." Quem será? Corro à sala de estar e, ao abrir a porta, eu me deparo com ele: Carlos Drummond de Andrade. Peço que entre e se acomode. Há quanto tempo não o via!
       Levo-o à cozinha modesta de minha casa. Sirvo-lhe um café preto e para mim um refresco de laranja.

domingo, 17 de julho de 2011

Permitir-se


Permito-me abrir meu coração para o amor.
Permito-me não me controlar tanto.
Permito-me sorrir mais e dar pulos de alegria quando sentir vontade.
Permito-me mostrar meu olhar sem medo.
Permito-me mudar.
Permito-me ser moleca às vezes.
Permito-me acordar feliz por mais um dia.
Permito-me livrar meu ser da carência e do apego.
Permito-me desmistificar o príncipe encantado.
Permito-me mudar.
Permito-me dizer não.
Permito-me tirar meus sonhos do diário.
Permito-me perder o medo de fracassar.
Permito-me deixar de lado a timidez.
Permito-me mudar.
Permito-me mostrar minha alma.
Permito-me abandonar velhas inseguranças.
Permito-me rever meus conceitos de comportamento.
Permito-me abrir mão de pensamentos derrotistas.
Permito-me mudar.
E, mudando, permito-me deixar o eu antigo para trás.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O Cômodo de Cada Um


         Era uma casa na floresta. Sua fachada era simples, mas produzia um certo encanto nos observadores. À noite, parecia ter uma luz própria, mesmo nas noites sem luar. Muitos passavam direto por ela, talvez por medo. Outros paravam no jardim e ficavam contemplando-a.
         Sua única moradora era uma velha senhora de idade incomensurável. Às vezes, ela saía à porta e observava os transeuntes. Alguns sorriam e ela se aproximava. Cada pessoa era conhecida e, em pouco tempo, a velha senhora dizia até que ponto da casa aquela criatura poderia ir.
         Alguns ficavam no terraço, outros podiam entrar para a sala, uns poucos tinham a oportunidade de chegar à cozinha e raros eram os que conseguiam conhecer os quartos. O lugar dependia da confiança que a pessoa despertasse na velha senhora. Alguns ela confiava quase nada e estes ficavam no terraço. Esta condição poderia ser temporária e depois a pessoa instigar confiança para passar à sala, ou poderia ficar a vida inteira no terraço. Outros exalavam tanta confiança que logo iam para a cozinha e, por conseguinte, para os quartos, onde ficavam conhecendo os maiores segredos da casa.
         Diversas vezes aconteceu da velha senhora confiar demais em pessoas que não mereciam tanta confiança. E estas ela expulsava para além do jardim. Não obstante as decepções, era doce e afável. Porém, tinha um certo receio em mostrar-se a todos. Mas a maior decepção de todas era, sem dúvida, quando alguém tentava forçar uma elevação de nível, principalmente quando se tratava das pessoas dispostas no terraço. Estas sempre adotavam abordagens muito bruscas e violentas.
         Certas pessoas, entretanto, a velha senhora confiava tanto que lhe faltava chaves para entregar a elas. E não se tratava de paixões, eram em sua maioria amigos. AMIGOS. O cantinho do amor estava todo decorado; vez por outra ela limpava tudo, só esperando o dia que ele chegaria. Mas desde tempos longínquos este estava vazio.
         Esta era a vida da velha senhora: selecionar pessoas para adentrar seu coração na esperança de que alguma delas trouxesse o metal precioso do amor para iluminar e aquecer a casa solitária da floresta.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A Face Capitalista do Doze de Junho

Faz muito o dia dos namorados tornou-se uma data comercial (mais uma!). Ao pensar na dita, lembramos logo de bichinhos de pelúcia, flores (lê-se rosas vermelhas) e chocolates graciosamente embrulhados em caixas com formato de coração.
Se você está comprometido(a), os publicitários despejam uma avalanche de comerciais (de preferência com o fundo vermelho ou rosa, fotos de casais felizes e muitos coraçõezinhos) em cima de você, todos (ou quase todos) usando de chantagem emocional: "Se você ama sua namorada, dê (o produto deles)...", "Não perca esta chance de provar o seu amor...". Bom, se você não conseguiu "provar" seu amor com suas atitudes e gestos cotidianos, não vai ser um vidro de perfume ou um chocolate que vão conseguir tal feito para você.
Em contrapartida, se você está solteiro(a) (ou mesmo encalhado(a)), não serve para os propósitos do comércio. Por um lado é bom, porque você não se sente pressionado a comprar nada e economiza seu dinheiro. Mas por outro, se você não for bem resolvido(a) com sua solteirice, toda essa chuva de casais e coraçõezinhos na tevê, no outdoor, na internet, no rádio e, principalmente nas ruas (parece que todo mundo, até os desprovidos de beleza e outras coisas mais, arrumam uma mão pra segurar nessa época do ano), vai fazer com que você fique ainda mais frustrado e quiçá deprimido por não ter ninguém. E quem paga a conta do psicólogo se isso acontecer? Os publicitários é que não.
As pessoas querem convencer (os tolos que queiram acreditar) que dia dos namorados é sinônimo de namorar, mas deixou de ser há muito tempo. Pode ser que os românticos resistentes ainda priorizem o afeto, mas este mundo capitalista diz que, se não houver um presente material para guardar de lembrança, não é a mesma coisa.
Minhas lembranças, as mais importantes pelo menos, eu  guardo em textos e poemas, porque, ao contrário de caixas de chocolate vazias e flores murchas, eles duram para sempre.
Vale salientar, todavia, que é muito bom receber presentes de quem a gente ama, seja dia dos namorados ou não. Mas esta data não deveria se resumir a isso. O amor que deveria ser o protagonista - não só deste dia em específico -, mas de todo o período de duração do relacionamento.

domingo, 15 de maio de 2011

Jason Mraz - Life is wonderful (with lyrics)



Esta música é incrível e dá-nos uma boa oportunidade para refletir.
Um bom domingo e uma semana excelente pra todos!!
Kissus!

sábado, 7 de maio de 2011

O que Mainha me Ensinou

Texto em homenagem às mães. Olhe, nos dias de hoje as mulheres precisam - mais do que nunca - ter muito peito, paciência e estabilidade emocional para entrar nesta empreitada chamada maternidade. Minha mais profunda admiração a todas vocês!

Mainha ensinou-me:
A dizer "por favor", "com licença" e "obrigada";
A não mexer nas coisas na casa de estranhos;
A só falar quando alguém se dirigisse a mim;
A gostar de ler.
Ela também me disse:
Que era feio colocar muita comida no prato;
Que eu não devia ficar até tarde na internet;
Que eu não podia comer os meninos com os olhos;
Que era pra eu fazer amizade com as meninas.
Mainha mostrou-me:
Como é lindo o mar (eu ficava na água até os dedos ficarem engelhados);
As artes;
A internet (é, foi ela que me ensinou os primeiros passos)!
Entretanto, ela não me ensinou:
A ser vaidosa;
A dizer não;
A lidar com os homens;
A ser autossuficiente.
Mas o mais importante aprendi:
Bons princípios;
Tratar bem as pessoas;
Ser humilde;
Ser amiga;
Ser educada;
Ser compreensiva;
Ser amorosa;
Ser calma e não gostar de brigas;
Ser solidária.
Obrigada! Sou o que sou hoje graças à você. 
E se aprendi coisas através de outras fontes 
foi porque a senhora me ensinou a procurar sempre crescer e evoluir.

sábado, 19 de março de 2011

Ande Com a Sua


Estes dias venho pensando em andar com uma garrafinha de água na bolsa, pois estou bebendo em torno de um litro por dia quando deveria estar bebendo dois. E ontem surpreendi-me tendo pensamentos altamente absurdos. Eu explico. Simplesmente, estava eu imaginando algumas cenas do cotidiano, onde eu viria a tirar a garrafinha da bolsa e beberia alguns goles. E sabe o que eu senti? Vergonha. Isso mesmo! Senti vergonha de andar com a garrafinha d'água.
Eu fiquei simplesmente indignada! Por isso resolvi escrever este post.
Como a gente, inclusive eu, pode sentir vergonha em praticar bons hábitos e dar ótimos exemplos às outras pessoas? Garanto que muitos de nós não tem vergonha de jogar papel de bala no chão ou panfletos de toda espécie pela janela do carro ou do ônibus. Como então a gente pode sentir vergonha em querer hidratar-se constantemente? É o cúmulo!
As pessoas podem olhar pra nós por ser uma atitude pouco comum, mas não nos deixemos vencer pela timidez. Deixemos elas pensarem o que quiserem. Andemos com a nossa garrafinha sempre! O ato de beber água vai nos fazer um bem tão grande que vai compensar todo e qualquer pensamento negativo ou olhar torto que alguém possa nos dirigir.
Eu já estou providenciando a minha!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ócio Produtivo


         Nestes dias repletos de tecnologia, pouquíssimas pessoas têm a oportunidade de ficar no ócio e, quando ficam, não sabem o que fazer com ele.
         Frequentemente ouvimos: “Não tem nada interessante na tevê, ninguém online no MSN...” e por aí vai.
         Talvez o que nós precisamos seja voltar aos velhos tempos, recorrer a atividades esquecidas ou pouco lembradas para preencher o ócio e aproveitá-lo melhor.
         Quando estiver plenamente desocupado, lembre-se que existe: uma folha de papel em branco esperando um desenho ou um texto bem criativo; pessoas de todas as idades querendo alguém para quem possam contar suas alegrias e medos; sua cama, que reza para você parar um pouco e descansar; amigos e parentes aguardando ansiosos por um telefonema ou carinho seu; lugares maravilhosos para conhecer; livros incríveis prontos para serem devorados; conhecimentos em busca de pessoas dispostas a adquiri-los; e existe você, que implora inconscientemente por um toque ou abraço de si mesmo.
         Aproveite o ócio para tomar aquele banho demorado, fazer o passeio que vem se prometendo há séculos, ler aquele livro cuja leitura vem adiando há cinco anos pelo menos, e o principal: dar e receber carinho. Estas são sugestões minhas, mas você pode fazer outras coisas que lhe dão prazer.
         Meu único conselho é: não deixe o ócio escorrer por entre os seus dedos como um momento desperdiçado. Aproveite-o!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Você estaciona na calçada?

Um vídeo lindo, que nos deixa profundamente envergonhados diante de nossa acomodação e preguiça em superar-nos.
Uma ótima semana a todos!
Abraço!


domingo, 2 de janeiro de 2011

Recado para 2011



Oi, 2011! E aí?
Este ano eu quero me divertir horrores!
Quero aproveitar o lado bom da vida e do amor!
Que venham os beijos, os abraços, os amassos...
O único homem que pode me fazer chorar este ano
É algum da família. E se estiver à beira da morte!
Quero curtir todas as festas, quero me soltar!
Que minha língua destrave e eu fale com todos
Os carinhas que me interessar.
Que meus amigos aumentem em número e qualidade!
Exijo que a liberdade seja minha companheira fiel
E que eu bata o mundo e o fundo!
Seja eu autossuficiente e segura
E que eu esteja sempre alegre mesmo morrendo por dentro!
Então 2011? Acha que consegue cumprir tudo?
Prepare-se para morrer se não conseguir!
Beijos!